Um site profissional custa a partir de R$ 300 e passa de R$ 10.000. A faixa é larga porque o preço acompanha o escopo, não o número de páginas. Este texto mostra o que faz o valor subir e como não pagar por algo que ninguém vai achar.
Na RF Consultoria, um site institucional fica entre R$ 300 e R$ 3.000. O que decide onde na faixa o seu projeto cai é o escopo: quantas páginas, quanto conteúdo precisa ser escrito do zero, e se o projeto inclui o trabalho de aparecer no Google e na IA de forma contínua. Fora dessa faixa existe de tudo, de modelo pronto de R$ 200 a projeto de agência que passa de R$ 15.000. O número sozinho não diz quase nada. O que diz é o que está incluído nele.
Quatro coisas movem o valor, e nenhuma delas é o tamanho do arquivo.
A primeira é o número de páginas. Uma página única custa menos que um site com uma página para cada serviço que a empresa vende. E página por serviço não é luxo: é o que faz cada serviço ter chance de aparecer na busca por conta própria.
A segunda, e a que mais pesa, é o conteúdo. Quem escreve o texto? Se você entrega tudo pronto, o preço cai. Se o texto precisa ser pesquisado e escrito do zero, para responder ao que o seu cliente digita, isso é trabalho de verdade e entra no valor. O texto é o que faz o site ser encontrado. É onde o dinheiro rende ou é desperdiçado.
A terceira é o que vem em cima do site: otimização para o Google, dados estruturados, otimização para ser citado por IA. Um site que só existe custa menos que um site feito para ser achado. São trabalhos diferentes, e o segundo é o que traz cliente.
A quarta é a tecnologia, que define não só o preço de entrada como o custo depois. Sobre isso vale um bloco à parte.
Dois sites com o mesmo preço de criação podem custar muito diferente ao longo de três anos, e o que decide isso é a tecnologia.
Site estático, que é o que a RF Consultoria entrega, é pagamento único. Depois dele você paga só hospedagem e domínio, algo entre R$ 40 e R$ 100 por ano. Não tem plugin para atualizar nem plataforma para assinar.
Site em plataforma de assinatura, como Wix ou Squarespace, é aluguel. Você paga todo mês enquanto o site existir, e no dia que parar de pagar o site sai do ar. WordPress fica no meio: a criação pode ser barata, mas ele gera custo recorrente de manutenção, atualização de plugin e correção quando algo quebra, porque ele quebra.
Por isso "quanto custa o site" é a pergunta incompleta. A pergunta certa é "quanto custa o site no primeiro ano e nos três seguintes". Um site barato de criar com mensalidade eterna sai mais caro que um site estático de custo único.
Existe site de R$ 200. Ele é um modelo pronto com o texto trocado e o logo no topo. Ele fica no ar, tem visual aceitável e não aparece para ninguém, porque não foi feito para ser encontrado. Não tem pesquisa de termo, não tem conteúdo que responde pergunta, não tem estrutura que o Google e a IA leem.
O custo dele não é o preço. É o cliente que nunca chega. Um site que não traz ninguém é dinheiro parado, por mais barato que tenha sido. O caro de verdade é pagar de novo, seis meses depois, para refazer o que já devia ter sido feito certo.
Dentro da faixa de R$ 300 a R$ 3.000, o que compõe um site institucional padrão é: a pesquisa dos termos que seu cliente digita de verdade, páginas por serviço, texto escrito para responder à pergunta do cliente, dados estruturados em JSON-LD, HTML que carrega rápido no celular, e a publicação com HTTPS e domínio próprio. O escopo exato, e onde na faixa o seu caso cai, sai de uma conversa inicial e do diagnóstico, não de uma tabela fixa.
O detalhe do que entra no projeto está na página de criação de sites. O site é a base. O que decide se ele traz cliente é o trabalho de busca e de IA que vem em cima dele.
Depende da tecnologia. Um site estático, como o que a RF Consultoria entrega, é pagamento único mais o custo baixo de hospedagem e domínio, algo em torno de R$ 40 a R$ 100 por ano. Já site em plataforma de assinatura, como Wix ou Squarespace, cobra mensalidade enquanto o site existir, e WordPress costuma gerar custo recorrente de manutenção, plugin e atualização.
Quase nunca é o mesmo site. A diferença está no que entra: pesquisa dos termos que o cliente busca, conteúdo escrito do zero, dados estruturados, otimização para busca e para IA, e acompanhamento depois da entrega. Um site de R$ 500 costuma ser um modelo pronto com o texto trocado, sem estratégia de conteúdo. Nem sempre o mais caro entrega mais, e nem sempre o mais barato entrega menos: o que decide é o escopo, não o valor sozinho.
Não existe relação direta entre preço e posição. O que faz um site aparecer é a estrutura técnica, o conteúdo que responde ao que o cliente pesquisa e a presença da empresa em outras fontes. Um site caro e mal estruturado aparece pior que um site simples e bem feito. O preço reflete o trabalho colocado, não o resultado garantido na busca.
Me conte o que sua empresa vende e quantos serviços ela tem. Eu digo em que faixa cai e o que faria diferença no seu caso, antes de qualquer orçamento.
Prefere e-mail? robson@robsonfreitas.com.br